A mãe de um homem que foi assassinado em São Gonçalo em novembro chegou perto do suposto assasino do seu filho e perguntou o motivo dele ter cometido o crime com tanta maldade e crueldade e ele disse, de forma fria. “Eu fiz isso porque ele me estuprou”.
O corpo de Fabiano da Silva Alves foi encontrado no início de dezembro em estado avançado de putrefação na Rua José Rufino da Costa, 1500, Portão do Rosa, São Gonçalo, próximo ao campo do Fluminensinho, sendo que ele estava desaparecido desde o dia 28 de novembro de 2024.
Consta dos autos que policiais militares foram acionados para comparecerem ao local dos fatos ante a notícia de existência e um cadáver. Para além de confirmar o encontro do corpo, os agentes da lei se depararam como o suposto auto do crime agredido e amarrado por populares, pairando sobre ele a culpa da morte de Fabiano.
Fabiano e seu assassino já teriam entrado em luta corporal há seis meses, logo após a separação da declarante, motivado por um relacionamento que a vítima teria tido com a ex-namorada do suspeito.
Havia boatos de que Fabiano teria estuprado seu assassino dois meses antes do crime mas Fabiano negava.
A mãe e algumas pessoas da comunidade começaram a procurar por Fabiano pelos possíveis locais próximo ao manguezal. Os moradores a ajudaram nas buscas e conseguiram encontrar o corpo por volta de 17h dentro do mangue já em avançado estado de putrefação.
O local do encontro do corpo era em uma trilha mais a frente a casa de Fabiano. A mãe da vítima entrou em contato com a polícia militar pedindo apoio; Ela retornou até os traficantes para perguntar sobre a retirada do corpo da comunidade e neste momento encontrou o assassino amarrado em uma árvore no campinho do Fluminensinho; Ele estava machucado.
As pessoas da comunidade falaram ele estava relacionado a morte de Fabano, que ele seria o possível autor. Os dois chegaram a ser amigos.
O suposto assassino foi levado para o Hospital Alberto Torres.
Ouvido preliminarmente autorizou à Autoridade Policial que tivesse acesso a seu celular, sendo possível verificar uma confissão e registro fotográficos da cena do crime.
Ele está com prisão decretada.
FONTE: Site oficial do TJ-RJ